Ser tradutora

Ser tradutora para Anna está além de ser uma profissão: é inerente.

Desde tenra idade Anna já viajava. Primeiramente com seus pais, depois por ser inevitável. Sempre viveu em locais diferentes uns dos outros; esteve exposta a multiculturas, aos paradoxos. Por ser brasileira, Anna já carrega naturalmente pluralidade. Em suas viagens então pode ouvir e aprender idiomas diversos; vivenciou momentos históricos; percebeu facetas de sua personalidade, expandiu suas possibilidades.

Por tudo isto, ser tradutora para Anna é simplesmente transitar com naturalidade entre os idiomas. Os temas variam, mas a habilidade é constante. Os estudos ampliam a precisão de traduzir, mas o cuidado é premente. Ser tradutora para Anna está além de ser uma profissão: é inerente. Foi também por tantas viagens e conhecimentos diversos que Anna é cuidadosa e exigente, pois sabe dos perigos que uma tradução mal feita pode causar. Com respeito ao público que vai ler o conteúdo que ela traduz, ela quer possibilitar a muitos, através de seu trabalho, a oportunidade de ter novos conhecimentos também.

Rosa Ferreira, Tradutora Juramentada em Moçambique e na África do Sul